quarta-feira, 20 de abril de 2011
COORDENADORA DO SETOR JUVENTUDE DO ZONAL IV FAZ REPASSE DA PROGRAMAÇÃO DAS ATIVIDADES PARA O ANO 2011

PARÓQUIA DE SÃO JOÃO BATISTA
São João do Sabugi/RN
SETOR JUVENTUDE – ZONAL IV
1. ROTEIRO DE ATIVIDADES PARA O ANO 2011
1.1. Atividades Permanentes do Setor Nacional
Em consonância com a Campanha da Fraternidade que tem como tema “Fraternidade e a Vida no Planeta” e como lema “A criação que geme em dores de parto!” (Rm 8, 22) as Atividades Permanentes de 2011 das Pastorais da Juventude do Brasil propõem a valorização da relação com o mundo, de forma mais fraterna, justa e sustentável, compreendendo o ser humano como parte da criação e não proprietário dela. A partir da Palavra, desejamos aprofundar-nos no debate para encontrar caminhos de superação do modelo de desenvolvimento que massacra os povos em favor de poucos. Queremos reafirmar o pertencimento à América Latina, rumo a um projeto de integração sem fronteiras, sem exclusão, sem exploração, de resistência e reconstrução da história, onde o povo a protagoniza. Para tanto, são os temas e lemas desse ano:
1.1.1. Semana da Cidadania (SdC)
• 14 a 21 de Abril de 2011
• Eixo Temático: Juventude e Terra: Camponesas(os) e ribeirinhas(os)
• Tema: Juventude, terra viva!
• Lema: Da mãe terra: esperança e resistência.
• Iluminação Bíblica: Parábola do semeador (Mt 13, 3-9)
• Previsão de divulgação do subsídio: Março de 2011
1.1.2. Semana do Estudante (SdE)
• 08 a 14 de Agosto de 2011
• Eixo Temático: Juventude negras(os) e indígenas
• Tema: Juventude negra e indígena: comunidades de resistência
• Lema: Dos tambores e cirandas à luta pela vida.
• Iluminação Bíblica: Multiplicação dos pães (Mc 6, 39-44)
• Previsão de divulgação do subsídio: Junho de 2011
1.1.3. Dia Nacional da Juventude (DNJ)
• 30 de Outubro de 2011
• Eixo Temático: Juventude e a questão Feminina – relação interpessoal
• Tema: Juventude e Protagonismo Feminino
• Lema: Jovens mulheres tecendo relações de vida.
• Iluminação Bíblica: Mulher samaritana (Jo 4, 1-42)
• Previsão de divulgação do subsídio: Agosto de 2011
• O caminho percorrido pelas Pastorais da Juventude do Brasil através das Atividades Permanentes faz vivo um modelo novo de ação. Em 2009 convocamos a juventude para marchar contra a violência. Aprofundamos, em 2010, a reflexão sobre as raízes da violência – o mundo do trabalho, a negação da cultura dos nossos povos e o esquecimento da história. Numa próxima etapa da vida das PJs, desejamos escolher juntos os caminhos alternativos, que resgatem as origens da resistência popular, contrapondo o modelo de sociedade imposto pelo capitalismo, gerando esperança.
• Para esse ano, 2011, reafirmamos o pertencimento à América Latina, à busca pela vida plena das juventudes, respeitando seus locais de vida, suas culturas e suas categorias de pertencimento. Vamos juntos nesse período refletir sobre a vida dos (as) camponeses(as), ribeirinhos(as), negros(as), indígenas e mulheres. Com ternura e resistência!
1.2. Atividades Diocesana
Motivados pela graça do ano da Jornada Mundial da Juventude nos dirigimos a vocês cheios de entusiasmo e esperança para tratar da caminhada do Setor Diocesano de Juventude no ano de 2011.
Informamos que, quanto à JORNADA MUNDIAL DA JUVENTUDE, dois jovens participarão como delegados da Diocese de Caicó. Serão eles: BERENICE COSTA DO NASCIMENTO, da Paróquia Nossa Senhora do Ó em Serra Negra e PEDRO ATHUAN DE MEDEIROS ALBINO, da Paróquia São Francisco de Assis em Lagoa Nova.
Aproveitamos a oportunidade para levarmos ao conhecimento de todos as atividades que o Setor Diocesano de Juventude realizará neste ano, pedindo que, desde já, as datas sejam agendadas, favorecendo a boa participação da juventude.
1.2.1. Jornada Diocesana da Juventude em 12 de junho, na Festa de Pentecostes-. Esta é uma orientação vinda da CNBB e que será realizada no dia de Pentecostes por paróquia. Informamos que o material de orientação e preparação para esta jornada já foi pedido à CNBB e em breve entregaremos.
1.2.2. Lectionautas Diocesano de 13 a 15 de maio este encontro acontecerá no Centro Pastoral Dom Wagner, começando na sexta-feira às 18h. Enviaremos ficha de inscrição, informações e orientações no início de abril.Ministrarão o encontro os seminaristas Állysson Bruno e Augusto Medeiros, e ainda Katyúscia Dantas da paróquia Nossa Senhora da Guia de Acari. Os mesmos participaram do Lectionautas à nível de Nordeste II e repassarão à nível diocesano. Devido outros compromissos assumidos pelos mesmos, eles se reunirão na primeira semana de abril e manteremos contato com todos logo em seguida.
1.2.3. CDL: curso de dinâmica para líderes de 05-07 de agosto - enviaremos informações e orientações em breve.
Ainda para este ano de 2011 temos o propósito de realizarmos visitas e acompanhamentos aos grupos jovens, por zonal e por paróquia. Nesta intenção, pedimos a oração de todos para que o Espírito Santo nos capacite, nos ilumine e nos conduza.
1.3. Atividades a nível de Zonal IV
Renovados por graças derramadas pelo Espírito Santo em nosso Zonal, traçamos algumas metas para o ano de 2011 a nível de Zonal.
1.3.1. Festejar a Beatificação do nosso saudoso e memorável Papa João Paulo II no dia 1º de maio que dar-se-á ao inesquecível dia que chamamos o mês de Maria. Palavras de João Paulo II a juventude “Os jovens estão chamados a serem os protagonistas dos novos tempos. Tenho plena confiança neles e estou certo de que têm a vontade de não defraudar nem a Deus, nem à Igreja, nem à sociedade da que provêm”. Assim, cada Paróquia do Zonal irá receber subsídios para organizar a celebração deste dia.
1.3.2. III Acampamento Jovem em Serra Negra do Norte a nível de Zonal IV - de 23 à 24 de julho.
1.3.3. XI Embalo Jovem em São João do Sabugi a nível de Zonal IV - dia 16 de outubro – momento de reflexão, partilha, espiritualidade e animação.
Certos de contarmos com a participação de todos, agradecemos, pedindo ao Senhor Deus que derrame sobre nós toda Paz e muito luz para que possamos realizar e participar de todas as atividades acima citadas.
Cordialmente,
Cleane Medeiros de Araújo
Coordenadora do Zonal IV
domingo, 17 de abril de 2011
quarta-feira, 6 de abril de 2011
A quaresma na atualidade
Divulgado o programa de beatificação do papa João Paulo II
segunda-feira, 21 de março de 2011
COMO SURGIU A CAMPANHA DA FRATERNIDADE
Em 1961, três padres responsáveis pela Cáritas Brasileira idealizaram uma campanha para arrecadar fundos para as atividades assistenciais e promocionais da instituição e torná-la autônoma financeiramente. A atividade foi chamada Campanha da Fraternidade e realizada pela primeira vez na quaresma de 1962, em Natal-RN, com adesão de outras três Dioceses e apoio financeiro dos Bispos norte-americanos. No ano seguinte, 16 Dioceses do Nordeste realizaram a campanha. Não teve êxito financeiro, mas foi o embrião de um projeto anual dos Organismos Nacionais da CNBB e das Igrejas Particulares no Brasil, realizado à luz e na perspectiva das Diretrizes Gerais da Ação Pastoral (Evangelizadora) da Igreja em nosso País.
Em seu início, teve destacada atuação o Secretariado Nacional de Ação Social da CNBB, sob cuja dependência estava a Cáritas Brasileira, que fora fundada no Brasil em 1957. Na época, o responsável pelo Secretariado de Ação Social era Dom Eugênio de Araújo Sales, e por isso, Presidente da Cáritas Brasileira. O fato de ser Administrador Apostólico de Natal-RN explica que a Campanha tenha iniciado naquela circunscrição eclesiástica e em todo o Rio Grande do Norte.
Este projeto foi lançado, em nível nacional, no dia 26 de dezembro de 1963, sob o impulso renovador do espírito do Concílio Vaticano II, em andamento na época, e realizado pela primeira vez na quaresma de 1964. O tempo do Concílio foi fundamental para a concepção e estruturação da Campanha da Fraternidade, bem como o Plano Pastoral de Emergência e o Plano de Pastoral de Conjunto, enfim, para o desencadeamento da Pastoral Orgânica e outras iniciativas de renovação eclesial. Ao longo de quatro anos seguidos, por um período extenso em cada um, os Bispos ficaram hospedados na mesma casa, em Roma, participando das sessões do Concílio e de diversos momentos de reunião, estudo, troca de experiências. Nesse contexto, nasceu e cresceu a Campanha da Fraternidade.
Em 20 de dezembro de 1964, os Bispos aprovaram o fundamento inicial da mesma intitulado: "Campanha da Fraternidade - Pontos Fundamentais apreciados pelo Episcopado em Roma". Em 1965, tanto Cáritas quanto Campanha da Fraternidade, que estavam vinculadas ao Secretariado Nacional de Ação Social, foram vinculadas diretamente ao Secretariado Geral da CNBB. A CNBB passou a assumir a CF. Nesta transição, foi estabelecida a estruturação básica da CF. Em 1967, começou a ser redigido um subsídio maior que os anteriores para a organização anual da CF. Nesse mesmo ano iniciaram também os encontros nacionais das Coordenações Nacional e Regionais da CF. A partir de 1971, participam deles também a Presidência e a Comissão Episcopal de Pastoral.
Em 1970, a CF ganhou um especial e significativo apoio: a mensagem do Papa em rádio e televisão em sua abertura, na quarta-feira de cinzas. A mensagem papal continua enriquecendo a abertura da CF.
De 1963 até hoje, a Campanha da Fraternidade é uma atividade ampla de evangelização desenvolvida num determinado tempo (quaresma), para ajudar os cristãos e as pessoas de boa vontade a viverem a fraternidade em compromissos concretos no processo de transformação da sociedade a partir de um problema específico que exige a participação de todos na sua solução. É grande instrumento para desenvolver o espírito quaresmal de conversão, renovação interior e ação comunitária como a verdadeira penitência que Deus quer de nós em preparação da Páscoa. É momento de conversão, de prática de gestos concretos de fraternidade, de exercício de pastoral de conjunto em prol da transformação de situações injustas e não cristãs. É precioso meio para a evangelização do tempo quaresmal, retomando a pregação dos profetas confirmada por Cristo, segundo a qual a verdadeira penitência que agrada a Deus é repartir o pão com quem tem fome, dar de vestir ao maltrapilho, libertar os oprimidos, promover a todos.
A Campanha da Fraternidade tornou-se especial manifestação de evangelização libertadora, provocando, ao mesmo tempo, a renovação da vida da Igreja e a transformação da sociedade, a partir de problemas específicos, tratados à luz do Projeto de Deus.
Colaboradora
Cleane Medeiros
EM DEFESA DA VIDA NO PLANETA TERRA
Sob esse prisma, todos são convidados a estender seu olhar sobre o planeta Terra e contemplar, para além de sua riqueza e de sua beleza, as ameaças que pairam sobre a vida nele existente sob as mais variadas formas, bem como as causas e os responsáveis pelo iminente risco de sua destruição.
Ao apresentar esse tema, a Igreja tem consciência da complexidade que o envolve e que, por isso mesmo, sob vários aspectos ainda exige aprofundamentos e debates.
Um fato, no entanto, é incontestável: seja por causas naturais, seja por ação humana, o planeta Terra sofre profundas alterações e vê, como consequência, recair sobre si ameaças nunca antes imagináveis.
É fundamental que todos tomem consciência disso e de sua própria responsabilidade em defesa da vida, em suas variadas manifestações, e da criação como um todo.
O desenvolvimento a todo custo está, certamente, por trás de muitas ações fatais para o ecossistema.
A Igreja não se opõe ao desenvolvimento, desde que respeite a natureza e possibilite a inclusão social também para os pobres e excluídos.
Já o papa Bento 16, ao falar na 5ª Conferência Geral dos Bispos da América Latina e Caribe, reunidos em Aparecida, em 2007, lembrava que a subordinação da preservação da natureza ao desenvolvimento econômico provoca "danos à biodiversidade, com esgotamento das reservas de água e de outros recursos naturais, com a contaminação do ar e a mudança climática".
Nesse sentido, como não nos impressionar, por exemplo, com as estatísticas que apontam o desmatamento e as queimadas como causa de 50% das emissões de gases de efeito estufa no Brasil?
Nesse processo agressivo, os pobres são os mais vulneráveis. Por não terem outras opções de retirar da terra o próprio sustento, acabam se transferindo em massa para os grandes centros urbanos.
As hidrelétricas, especialmente as que estão previstas para a Amazônia, também devem fazer parte de nossas reflexões e preocupações. A necessidade de energia não pode justificar projetos que ignoram o meio ambiente, desalojam povos inteiros, matam culturas.
Aqui, vale o alerta do texto-base da Campanha: "A Amazônia, tão valiosa para o país e para a humanidade, parece ser vista como um vazio demográfico e improdutivo que, ao menos, deve produzir energia, mesmo a despeito do alto custo para sua biodiversidade".
Se quisermos salvar nosso planeta, precisamos nos lembrar de que "a sustentabilidade passa necessariamente por uma mudança de hábitos nos padrões de consumo, especialmente dos que gastam em demasia". Isso requer uma conversão do coração, apelo permanente da Quaresma, tempo em que é vivida de maneira mais forte a Campanha da Fraternidade.
Envoltos pela espiritualidade quaresmal, somos convidados a voltar o olhar para o ato criador. Ao contemplar sua obra, Deus viu que tudo "era muito bom" (cf. Gn 1,31) e confiou a nós, seus filhos e filhas, o cuidado de todas as criaturas.
A Campanha da Fraternidade deste ano vem para nos lembrar desse dom e tarefa e nos alerta: "Nossa mãe Terra, Senhor, geme de dor noite e dia. Será de parto essa dor ou simplesmente agonia? Vai depender só de nós!".
Texto:
Dom Dimas Lara Barbosa
Bispo Auxiliar do Rio de Janeiro - RJ
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
BENTO XVI e JOÃO PAULO II FAZEM HISTÓRIA: em 10 séculos nenhum Papa beatificou o seu predecessor

O diretor do jornal vaticano L'Osservatore Romano, Giovanni Maria Vian, assinala na edição de 16 de janeiro que "é necessário voltar até o coração da idade Média para encontrar uma situação análoga, mas em contexto não se pode comparar com a decisão de Bento XVI: nos últimos dez séculos nenhum Papa elevou às honras dos altares a seu imediato predecessor".
Vian explica que "Pietro del Morrone (Celestino V) foi canonizado em 1313 -menos de vinte anos após a sua morte- por seu terceiro sucessor, e mais de dois séculos antes havia sido reconhecida a santidade de Leão IX e de Gregório VI, falecidos em 1054 e 1085 respectivamente".
Depois de recordar que o último Papa canonizado foi São Pio X, o diretor do LOR recorda que o fundamental em toda causa de beatificação e canonização "é exclusivamente a exemplaridade de vida de quem, com expressão escriturística, está definido para o serviço de Deus".
Como disse Paulo VI ao anunciar a abertura da causa de seus dois predecessores imediatos, João XXIII e Pio XII, isto assegura que se mantenha "o patrimônio de sua herança espiritual" à margem de "qualquer outro motivo, que não seja o culto da verdadeira santidade, quer dizer, a glória de Deus e a edificação de sua Igreja".
"E um autêntico servidor de Deus foi Karol Wojtyla, apaixonado testemunho de Cristo para a juventude até o último suspiro. Disto, muitíssimos, inclusive não-católicos e não-cristãos, puderam perceber durante sua vida exemplar".
Por tudo isto e muito mais, conclui Vian, Bento XVI decidiu presidir a beatificação do Papa peregrino "para apresentar ao mundo o modelo de santidade pessoal de João Paulo II".
texto: acidigital
Cleane Medeiros - colaboradora
BENTO XVI: a Igreja precisa de sacerdotes bem preparados

O Pontífice falou da importância deste instituto na vida da Igreja e da Polônia. A ele estão ligadas figuras históricas como o cardeal Adam Sapieha, primaz polonês durante a difícil ocupação alemã, e o cardeal Wyszynski, uma das principais figuras do Concílio Vaticano II.
Precisamente este último aproveitou a oportunidade, durante sua estada no Instituto, para preparar a celebração do Milênio do Batismo da Polônia e da histórica mensagem de reconciliação que os bispos poloneses dirigiram aos prelados alemães, dois acontecimentos históricos do século XX.
Bento XVI quis recordar também a visita ao Instituto do Papa João Paulo II, em 1980, que "destacou sua importância para a Igreja e para o povo polonês", e também o carinho de Paulo VI por esta instituição.
O Papa convidou os sacerdotes poloneses que hoje residem no Instituto a se sentirem "parte importante da história que agora também requer a vossa resposta pessoal e incisiva, oferecendo vossa contribuição generosa".
"A Igreja precisa de sacerdotes bem preparados, ricos dessa sabedoria que é adquirida na amizade com Jesus, indo constantemente à Mesa Eucarística e à inesgotável fonte de seu Evangelho", disse o Papa.
Assim, convidou os presentes a apoiar-se na Eucaristia e na Escritura, para "ter o contínuo apoio e a inspiração necessária para sua vida e seu ministério, um sincero amor à Verdade, na qual hoje estais chamados a aprofundar através do estudo e da pesquisa científica".
"A busca da Verdade, para vós que, como sacerdotes, viveis esta experiência única em Roma, é estimulada e enriquecida pela proximidade com a Sé Apostólica, a quem compete um serviço específico e universal à comunhão católica, na verdade e na caridade."
Por isso, "permanecer ligados a Pedro, no coração da Igreja, significa reconhecer, com gratidão, que estais dentro de uma história de salvação plurissecular e fecunda", na qual "sois chamados a participar ativamente, para que, como árvore exuberante, ofereça sempre seus preciosos frutos".
O Papa exortou os estudantes do Pontifício Instituto Polonês ao amor e à devoção "à figura de Pedro", para "servir generosamente à comunhão de toda a Igreja Católica e de vossas Igrejas particulares".
Texto: zenit
Cleane Medeiros - colaboradora
BENTO XVI FELIZ PELA BEATIFICAÇÃO DE JOÃO PAULO II

Ontem, Bento XVI recordou, diante de milhares de peregrinos, que beatificará João Paulo II em 1º de maio.
Depois de aprovar, em 14 de janeiro, a publicação de um decreto reconhecendo um milagre atribuído à intercessão de Karol Wojtyla, em seu primeiro encontro público, o Papa não pôde esconder "a alegria de proclamar beato o venerado Papa João Paulo II, meu amado predecessor".
Como explicou Giovanni Maria Vian, diretor do L'Osservatore Romano, este é um evento sem precedentes, pois, desde que se iniciaram os processos canônicos de beatificação, nos últimos dez séculos, nunca um papa havia elevado à glória dos altares seu predecessor imediato.
Bento XVI explicou que "a data escolhida é muito significativa: de fato, será o segundo domingo da Páscoa, que ele mesmo dedicou à Divina Misericórdia e em cuja vigília terminou sua vida terrena".
"Aqueles que o conheceram, que o estimaram e amaram, se alegrarão com a Igreja por este acontecimento. Estamos felizes!", sublinhou.
No final do Ângelus, dirigindo-se aos milhares de fiéis reunidos na Praça de São Pedro, no Vaticano, o Papa falou em polonês para compartilhar sua alegria com os conterrâneos de João Paulo II.
"Esta notícia era aguardada por todos, especialmente por vós, de quem o meu venerável predecessor foi um guia na fé, na verdade e na liberdade", disse ele.
Por esta razão, o Pontífice desejou uma "profunda preparação espiritual para este acontecimento", que reunirá em Roma milhares de pessoas.
Texto: zenit
Cleane Medeiros - colaboradora
terça-feira, 25 de janeiro de 2011
RETIRO NA COMUNIDADE SERVO DE MARIA DO CORAÇÃO DE JESUS em João Pessoa
segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
NOVA SEMENTE - crianças que canta e encanta!
domingo, 2 de janeiro de 2011
MENSAGEM AO NOSSO ADM. PAROQUIAL PADRE JANILSON
Ser padre é ser abençoado e verdadeiramente escolhido por Deus. Sem dúvida, somente alguém que tem Deus ao seu lado é capaz de realizar tantos feitos como celebrar a Eucaristia, pregar o Evangelho, acolher os pecadores, orientar e acompanhar como somente um pai pode fazer. Um pai espiritual dado pelo Senhor para nos guiar no caminho da salvação.
O padre, como todos nós podemos ver, é o primeiro missionário de nossa comunidade. Ele está sempre conosco, atendendo as necessidades do povo, instruindo, confortando, visitando famílias, doentes, rezando missas, atendendo os pobres. Ser padre não é uma tarefa fácil! Deixar tudo é entregar-se completamente nas mãos do Senhor. Esta vocação pede força e fé. Muita fé.
O padre é sinal de Deus, ele prega a Palavra de Deus e consagra as hóstias, pedacinhos de pão que se tornam o Corpo de Jesus. Por isso Deus chama para a vida sacerdotal quem tem um coração aberto para servir e se desapegar de tantas coisas que para nós, parecem tão importantes. A grande riqueza do padre é Jesus que ele escolheu seguir por toda a vida.
O padre precisa de nós tanto quanto nós dele. Precisa do nosso apoio, colaboração e compreensão; precisa do nosso amor, da nossa amizade e de nossas orações, para que Deus lhe dê animo e coragem para seguir confiante e com alegria em sua missão.
Ter um padre como Pe. Janilson em nossa comunidade é uma benção de Deus e isto precisa ser celebrado com muito amor e alegria.
Parabéns Pe. Janilson pelos seus quatro anos de Ordenação Sacerdotal no próximo dia 06 de janeiro, que Deus renove diariamente a belíssima vocação a que foi chamado e a qual disse SIM.
Pastoral do Dízimo e Setor Juventude
São João do Sabugi/RN,02/11/2011
Cleane Medeiros - colaboradora

